35 anos servindo todo mundo.
Hoje eu preciso que me sirvam.
Tuberculose no osso. Hospital sem remédio. Risco de parar de andar. O único bem que ele tem é a geladeira cheia.
Todo mundo aqui me chama de Mané.
Tenho 68 anos e esse bar aqui no Jardim Ângela é tudo que eu tenho.
Minha mulher foi embora. Não tivemos filhos.
Os clientes daqui... são a minha família.
35 anos servindo todo mundo. Todo santo dia. De pé atrás desse balcão.
Até o corpo virar contra mim.
O médico falou que é tuberculose. No osso.
É como se o corpo que eu usei a vida inteira pra trabalhar tivesse virado contra mim.
Se eu não continuar o tratamento, ele disse que eu posso parar de andar nas próximas semanas.
"Sempre acreditei que Deus não abandona quem trabalha honesto. Hoje eu tô precisando acreditar mais do que nunca."
— Mané, 68 anos
Tô vivendo de dor e remédio acabando.
O bar não enche mais. E o hospital aqui da comunidade tá sem os medicamentos.
Vou ter que comprar tudo sozinho.
Mas eu não vim pedir esmola, não.
Eu olhei pra essa geladeira e pensei: é o único bem que eu tenho.
Quem me ajudar, eu mando um fardo de cerveja em troca!
Não tô pedindo doação. Tô trocando. Do jeito que eu sempre trabalhei — dando algo em troca.
Cada ajuda é um dia de tratamento.
Um dia a menos de dor. Um dia a mais de pé atrás desse balcão.
Escolha sua cerveja e ajude o Mané
Você escolhe a cerveja. 100% vai pro tratamento dele.
Qual cerveja você quer?
Quanto você quer ajudar?
Você vai tomar uma cerveja gelada esse fim de semana.
Eu não sei se vou conseguir servir mais uma.
E não é porque eu não quero. É porque o osso tá cedendo, e o remédio não chega.
Compra um fardo. Toma uma gelada. E me ajuda a ficar de pé.